segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Tuchinhas da Bomba

Ó longe enganavo.
Agora tá tudo visto.
Sendo que ao perto,
Observo que não pristo.

Eu hoje não me sinto inspirado.
Vou comer uma assandes de presunto.
As tuchinhas também não ajudaram,
Pois de boas não tinham munto.

Olhei para ti e reluziste,
Tu Maria e eu Manel.
Enquanto mando a assandes,
Tu agitas o compel.

Este momento,
Não vai ser fácil de esquecer,
Os fios do presunto,
são difíceis de estilhacer.

No final só comi pão-com-pão...


Com todo o carinho, JoliBonApeti

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Quadra de Natal

Natal, tempo de paz e fantasia,
Amor e alegria,
José e Maria,
Peru e bacalhau.


(não rima mas o que conta é o sentimento)
Saudações natalícias, Fred SantimantiClaus

domingo, 22 de agosto de 2010

A Minha Sereia

Outra tarde de verão,
O céu todo ele era azul,
E que tal apanhar um escaldão
Na praia "da’pule".

Estava um dia muito quente,
Meti os óculos nos olhos,
Calcei as barbatanas,
E fui dar uns "mergólhos"!

Ir tomar banho?
O meu desejo não era esse.
O que eu queria,
Era moçoilas em "toplêsse".

Até que a certo momento
Apareceu uma sereia.
Sentou-se à beira-mar,
Enquanto o sol lhe "bateia".

Começou a pôr protector solar,
Pois estava a ficar vermelha.
Disse-lhe para vir para o meu guarda-sol,
e deitar-se na minha "toelha".

E tu disseste que sim.
Mandas-te-me um feitiço!
Ai és tão esbelta,
se te sentas "enlouquiço".

Até que chegou a hora
De passar à fase seguinte.
Ai que grande emoção
Estava todo "continte".

Tava na altura de me despedir de ti,
Já te podia dar dois bjx ffx.

Para ti minha sereia, SunaFace

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Soneto Tutti Frutti

Vi-te Nuno Balneário,
Logo percebi que era a hora,
De sair do meu armário,
Porque a coisa ganhou "altora"!

Nas semanas seguintes,
Foram umas grandes cenas.
Até ao dia de "S. Valentintes",
Partilhamos as "banenas".

Graças à nova lei,
(Antes íamos para o manicómio)
Já se faz o casamento "guei".

Por nuestra vida tutti,
Durará o matrimónio,
I give you give me
I give you give me
I give you give me
Very Fruuutty!

Para ti Nuno Balneário


Com muito amor, Deuspido...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Sixytilha da Narrativa


Sessenta versos,

Fiz para ti minha fêmea,

Quando estamos juntos

Somos como clara e gémea,

Na nossa canoa

Tu guias, eu remea.


Sessenta minutos depois,

Jantei contigo meu love,

Comemos prego no prato,

E a cavalo um ove.

Depois peguei na consola,

Jogamos um jogue.


Sessenta rondas depois,

Fizemos uma pausa,

Até já era tempo

De comer a sobremausa,

Que nos tinha preparado

A tua tia Terausa.


Sessenta fatias depois,

Pesquei do rio um peixe.

Fomos ás batatas da marmita,

Fizemos um churrasco feixe.

A paisagem era bonita

Tal como a da praia de Peneixe.


Sessenta batatas depois,

Fomos pelo rio abaixo,

O rio era estreito

Parecia um riaixo.

Deu-nos outra vez a fome

Pegamos no outro taixo.


Sessenta garfadas depois,

Fomos para a consoada.

Pois o que comemos

Não chegou a quase nada.

Ouvimos de repente uns tiros

Parecíamos estarmos em Bagdada.


Sessenta tiros depois,

Fui para debaixo de um pinheiro.

Caiu um monte de avelãs

Meti-las num tamparueiro,

Enquanto las comíamos

Escuitou-se outro teiro.


Sessenta avelâs depois,

Deu-me uma diarreia,

Era uma pressão tão forte

Mas com as naurgas apertei-a.

Meti uma rolha,

Depois nunca mais saeia.


Sessenta suspiros depois,

Larguei uma bufa.

Pensas-te que era outro tiro,

Ficas-te cheia de miufa.

Começas-te a remar

Em direcção a Tenerufa.


Sessenta anos depois,

Continuo aqui encostado,

Com este pinheiro manso

Que eu muito tenho estrumado.

Já sabem como as mulheres são,

Tudo isto por causa de um peido.

(não rima mas o que conta é o sentimento)


Adeus meus amigos, Rabapum Octogenarafat

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Nosso Morniço

Eu e tu,
Fomos comer o morniço.
Tu és Ucraniana,
Eu Bielorriço...

Eu e tu,
Deitados na encosta.
Tu trouxeste a planta,
Eu trouxe a rósca.

Eu e tu,
E só um croquete.
Limpávamos a boca,
ao mesmo toalhéte.

Eu e tu,
A comer um grande melão.
Levaste-o numa caixa,
Ou no sutião?

Eu e tu,
E os teus limões.
Foi um grande morniço,
Entre nós dões.

Eu e tu,
Já no fim do farnel,
É que demos com os problemas
Do gastrointestinel.


Com muito amor,
Don JuanCômilã